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A JSD Odivelas já apresentou em 4 órgãos dos 7 órgãos onde o PSD ou a JSD têm representantes a Moção Vitalização e Dinamização do Banco de Voluntariado de Odivelas.



O Banco de Voluntariado de Odivelas apresentado como um ponto de encontro e partilha entre os voluntários e as organizações, tal como nos apresenta o sitio da Câmara Municipal de Odivelas, demonstra ser uma estrutura essencial para a promoção da cidadania no nosso Município.

Num contexto em que esta valência municipal prevê uma forma de promover o encontro de pessoas que oferecem a sua disponibilidade para prestarem um conjunto de acções inerentes à condição da cidadania activa e das instituições que disponibilizam oportunidades de enquadramento em actividades e áreas de interesse social e comunitário, identificamos algumas lacunas que devem ser melhoradas com vista a alcançar, não só o seu fim, mas um também maior alcance desta valência supra-referida. Sendo este banco de voluntariado uma ferramenta que se destina a todos aqueles que se interessam pelo tema do voluntariado e queiram receber, conhecer ou integrar as actividades desenvolvidas pelo mesmo entendemos que o mesmo necessita de muito mais atenção por parte do Municipio do que aquela que tem sido dada.

Tendo em conta a estrutura etária do Município, com uma taxa de envelhecimento que necessita da nossa atenção, mas também a maior taxa de natalidade do país, tendo igualmente em conta o tecido social hoje existente, cada vez com maior influência, dinâmica e dimensão, assim como as características sociais e económicas de algumas zonas do nosso território, cremos que o que está a ser feito é manifestamente pouco. É de louvar a existência desta valência desde 2004, assim como o trabalho que as equipas técnicas tem tentado desenvolver, no entanto sabemos que, ainda assim, a abrangência do mesmo é muito curta face às necessidades do Município e à vontade que a juventude Odivelense apresenta em matéria de participação cívica por via do voluntariado. 

Assumimos que a selecção e o processo de integração dos voluntários são adequados e vão ao encontro das melhores práticas do sector, assim como nos parece de algum modo que o processo está simplificado face aos hábitos burocráticos destas estruturas. Deste modo, parece-nos que os pontos-chave de melhoria e aumento do alcance do banco de voluntariado passam por maior interacção com os pólos de maior concentração de possíveis voluntários, assim como com as diversas instituições que se estabeleceram no Município de Odivelas e que não têm conhecimento da existência desta estrutura.

Após a auscultação de diversas instituições e em particular daquela que poderá dar um enorme contributo para o desenvolvimento do dinamismo cívico através do voluntariado, a juventude, a JSD entende ser de toda a importância a:

1.    Criação de um registo online que facilite o acesso ao processo de inscrição sem implicar a impressão e digitalização da documentação para inscrição, a título de exemplo: via formulário Google que vá directamente para a conta de correio electrónico do(a) responsável pela gestão de candidaturas;

2.    Desenvolvimento de uma estratégia de comunicação de divulgação do Banco de Voluntariado junto das Organizações potencialmente interessadas através dos diversos canais de comunicação da Câmara Municipal de Odivelas;

3.    Geração de protocolos entre estabelecimentos de ensino, em particular ensino superior do Município, que visem maior colaboração e informação face a jovens estudantes que tendencialmente procuram soluções deste tipo para o seu enriquecimento pessoal, académico e curricular;

4.    Implementação de estratégias de aproximação e divulgação da importância desta actividade junto das diversas instituições do Ensino Secundário de modo a sensibilizar os jovens Odivelenses, dando-lhes a conhecer o Banco de Voluntariado Municipal;

5.    Criação de um sistema de acompanhamento e integração na sociedade civil por via da participação cívica nestas actividades através dos diversos Gabinetes de acompanhamento de jovens da Câmara Municipal de Odivelas e dos Gabinetes de acompanhamento das diversas Instituições de Ensino;

6.    Divulgação por via dos diversos canais de comunicação e através de acções de sensibilização nos pólos de maior concentração de pessoas em Odivelas da existência desta oportunidade.

Acreditamos ser essencial um Município que promova a capacidade de “dar sem esperar nada em troca” e que leve à prática uma das suas mensagens essenciais, mais inclusivo, mais sustentável, mais próximo e mais empreendedor. 



A JSD de Odivelas, através dos vários autarcas que nos representam, quer membros eleitors do PSD Odivelas, quer membros eleitos da JSD Odivelas, tem apresentado nos vários órgãos autárquicos, a proposta de Valorização e Dinamização do Banco de Voluntariado de Odivelas.

O Banco de Voluntariado de Odivelas apresentado como um ponto de encontro e partilha entre os voluntários e as organizações, tal como nos apresenta o sitio da Câmara Municipal de Odivelas, demonstra ser uma estrutura essencial para a promoção da cidadania no nosso Município.

Num contexto em que esta valência municipal prevê uma forma de promover o encontro de pessoas que oferecem a sua disponibilidade para prestarem um conjunto de acções inerentes à condição da cidadania activa e das instituições que disponibilizam oportunidades de enquadramento em actividades e áreas de interesse social e comunitário, identificamos algumas lacunas que devem ser melhoradas com vista a alcançar, não só o seu fim, mas um também maior alcance desta valência supra-referida. Sendo este banco de voluntariado uma ferramenta que se destina a todos aqueles que se interessam pelo tema do voluntariado e queiram receber, conhecer ou integrar as actividades desenvolvidas pelo mesmo entendemos que o mesmo necessita de muito mais atenção por parte do Municipio do que aquela que tem sido dada.

Tendo em conta a estrutura etária do Município, com uma taxa de envelhecimento que necessita da nossa atenção, mas também a maior taxa de natalidade do país, tendo igualmente em conta o tecido social hoje existente, cada vez com maior influência, dinâmica e dimensão, assim como as características sociais e económicas de algumas zonas do nosso território, cremos que o que está a ser feito é manifestamente pouco. É de louvar a existência desta valência desde 2004, assim como o trabalho que as equipas técnicas tem tentado desenvolver, no entanto sabemos que, ainda assim, a abrangência do mesmo é muito curta face às necessidades do Município e à vontade que a juventude Odivelense apresenta em matéria de participação cívica por via do voluntariado. 

Assumimos que a selecção e o processo de integração dos voluntários são adequados e vão ao encontro das melhores práticas do sector, assim como nos parece de algum modo que o processo está simplificado face aos hábitos burocráticos destas estruturas. Deste modo, parece-nos que os pontos-chave de melhoria e aumento do alcance do banco de voluntariado passam por maior interacção com os pólos de maior concentração de possíveis voluntários, assim como com as diversas instituições que se estabeleceram no Município de Odivelas e que não têm conhecimento da existência desta estrutura.

Após a auscultação de diversas instituições e em particular daquela que poderá dar um enorme contributo para o desenvolvimento do dinamismo cívico através do voluntariado, a juventude, a JSD entende ser de toda a importância a:

1.    Criação de um registo online que facilite o acesso ao processo de inscrição sem implicar a impressão e digitalização da documentação para inscrição, a título de exemplo: via formulário Google que vá directamente para a conta de correio electrónico do(a) responsável pela gestão de candidaturas;

2.    Desenvolvimento de uma estratégia de comunicação de divulgação do Banco de Voluntariado junto das Organizações potencialmente interessadas através dos diversos canais de comunicação da Câmara Municipal de Odivelas;

3.    Geração de protocolos entre estabelecimentos de ensino, em particular ensino superior do Município, que visem maior colaboração e informação face a jovens estudantes que tendencialmente procuram soluções deste tipo para o seu enriquecimento pessoal, académico e curricular;

4.    Implementação de estratégias de aproximação e divulgação da importância desta actividade junto das diversas instituições do Ensino Secundário de modo a sensibilizar os jovens Odivelenses, dando-lhes a conhecer o Banco de Voluntariado Municipal;

5.    Criação de um sistema de acompanhamento e integração na sociedade civil por via da participação cívica nestas actividades através dos diversos Gabinetes de acompanhamento de jovens da Câmara Municipal de Odivelas e dos Gabinetes de acompanhamento das diversas Instituições de Ensino;

6.    Divulgação por via dos diversos canais de comunicação e através de acções de sensibilização nos pólos de maior concentração de pessoas em Odivelas da existência desta oportunidade.


Acreditamos ser essencial um Município que promova a capacidade de “dar sem esperar nada em troca” e que leve à prática uma das suas mensagens essenciais, mais inclusivo, mais sustentável, mais próximo e mais empreendedor. 

JSD ODIVELAS lança SOS J com recolha de bens!

A JSD Odivelas inicia este mês o projecto SOS J, consulta aqui o artigo que explica em que consiste o projecto SOS J . No âmbito deste projecto e após diversos momentos de escuta activa junto de diversas instituições, a JSD começa hoje uma Recolha de Bens para entregar a diversas instituições do Município de Odivelas. A JSD comprometeu-se a iniciar uma recolha durante o mês todo de Dezembro que visa colmatar as diferentes necessidades de cada uma das instituições.


Ao longo do mês de Dezembro serão divulgadas as instituições que beneficiarão deste apoio. O objectivo passa por ajudarmos o maior número possível, tendo já acordo com 7 instituições do Município.

Qualquer cidadão que queira contribuir poderá combinar a entrega dos bens via e-mail, Odivelas@jsd.pt, via Facebook, @JSDOdiv ou via contacto telefónico, 912229431, até ao dia 5 de Janeiro de 2018.

A JSD Odivelas lança este mês um dos seus projectos relativos ao Manifesto Eleitoral, depois do Habita Aqui que podes consultar através deste Link, da apresentação da Moção em Conselho Distrital, "Por uma cama e uma secretária" , do jantar de apresentação do projecto com a presença da Vereadora da Habitação Social do mandato 2013-2017, Ana Isabel Gomes e da Deputada da Assembleia da República, Sandra Pereira, e do vídeo de lançamento do projecto, depois do projecto Jovem Autarca que iniciará em breve uma segunda fase, surge o SOS J. Este projecto culminará com a apresentação de diversas propostas nos diferentes órgãos autárquicos do Município, visando igualmente apresentar uma moção na JSD Distrital de Lisboa sobre o tema.

Ao longo do mês de Dezembro e Janeiro, desvendaremos um pouco mais das questões que abordaremos neste projecto, permitindo um acompanhamento constante por parte da juventude odivelense.



Existem diversos bens que têm sido identificados como um grande necessidade destas instituições, em particular, aquecedores e microondas, para além de diversos bens alimentares. Como tal deixamos a lista de bens identificados como prioridade para estas estruturas de apoio social que tanto dão ao concelho de Odivelas. Chegou a hora de sermos nós a dar.

Bens Essenciais:
Fraldas
Roupa de bebé
Mantas e Cobertores
Champô para piolhos
Aquecedores
Calçado
Brinquedos
Bens Alimentares
Bens de Higiene Pessoal (Champô para piolhos, pasta de dentes, escovas de dentes)
Bens de Higiene para bebés e jovens
Material Escolar

Agradecemos todo o apoio e contamos convosco para estes dois meses de SOS J que irão certamente marcar a agenda do voluntariado jovem no município de Odivelas, o desenvolvimento do sector social e iniciarão uma nova dinâmica de interacção entre a juventude e todo o sector social do município.

Poderás também acompanhar o desenvolvimento deste provecto através deste evento no facebook, onde serão lançadas diversas informações de apoio.


Contamos contigo, conta connosco!

Somos a tua Geração de Confiança!

A JSD de Odivelas homenageia Francisco Sá Carneiro 




Às 21 H teremos na nossa sede Paulo Aido, membro da JSD Odivelas na década de 80, participante activo na fundação do PSD em Odivelas, autor do livro: A confidente de Sá Carneiro e Vereador da Câmara Municipal de Odivelas em 2009, para abordar connosco a história de Sá Carneiro contada pela sua amiga e secretária Conceição Monteiro. 

Teremos a oportunidade de abordar o passado do PSD em Odivelas e a nível nacional. 

Contamos com a vossa presença às 21H para participarem neste momento de homenagem onde poderão consultar um vasto espólio do PSD e de Sá Carneiro que será exposto pelo Presidente da JSD. 

Esta é a tua Geração de Confiança!



A JSD de Odivelas, através da participação dos companheiros Diogo Sousa e João Correas, ganharam o 1º e o 2º Prémio da 1ª Edição do Concurso Robert Schuman da JSD Distrital de Lisboa. 



Este concurso apresentava como júris o Eurodeputado do PPE, Carlos Coelho, o Eurodeputado do S&D, Carlos Zorrinho, e o Presidente da JSD Distrital de Lisboa, Alexandre Poço.

Além destes companheiros, mais 4 participantes de todo o distrito terão a oportunidade de visitar o Parlamento Europeu, nos dias 3 a 5 de Dezembro, a convite do PPE. A JSD de Odivelas felicita a JSD Distrital de Lisboa pela iniciativa, pela inovação e por possibilitar esta viagem a jovens interessados e preocupados com o futuro do país e da Europa.  

Diogo Sousa e João Correas, dois jovens da JSD Odivelas decidiram aceitar o desafio lançado pela JSD Distrital de Lisboa e participar no Concurso Robert Schuman. Este concurso consistiu na elaboração de uma reflecção crítica e objetiva de um dos maiores problemas da Europa: a falta de um sentimento e espírito europeu por parte dos jovens.

Ao todo apresentaram 6 propostas para dinamizar e potenciar uma visão e  estratégia das diversas estruturas competentes para tal:

A primeira medida apresentada é a criação do “Cheque Europa”, que basicamente consiste na atribuição de um cheque com um valor em euros a determinar, a cada jovem europeu a quando completar os seus 18 anos, com o intuito de o usar exclusivamente para uma viagem intra-UE. João Correas baseou-se numa outra medida muito idêntica implementada pelo governo Italiano em 2016, que consistia nos mesmos moldes, mas em vez de ser gasto numa viagem era gasto em Cultura (no valor de 500€); 

A segunda proposta apresentada pelo João é a criação da European Youth Fair, ou seja, uma feira que consiste quase numa junção de Futurália e Web Summit, criando um meeting point de referência para os jovens, em que fosse possível a presença em todos os países europeus em modo de rotatividade e que oferecer-se a todos os jovens que a visitassem um vasto leque de oportunidades de intercâmbio mostrando o que a UE tem para dar aos jovens, como por exemplo, a presença de cada país estaria representado por um stand de forma a cativar os jovens a ir passar uma semana a esse país e fazer um curso, promovendo o intercâmbio de jovens, realizar debates e colóquios com convidados especiais, estágios nos diferentes países europeus e até um especialmente dedicado aos benefícios que a UE tem para os jovens;

A terceira medida passa essencialmente pela aposta na divulgação das medidas tomadas e aprovadas no âmbito da juventude. Ao longo da pesquisa feita pelo João Correas, pode constatar que algumas das medidas que tinha em mente já existiam como o European Youth Card, um cartão que contem uma vasta lista de descontos para os jovens europeus. Apostar na publicidade informativa, nas redes sociais, a criação de uma Newsletter novidades, com as medidas aprovadas no âmbito da juventude, eventos a ocorrer, à qual todos os jovens europeus pudessem ter acesso;

A quarta medida, desta vez elaborada pelo companheiro Diogo Sousa, consiste na criação do “Banco de Oportunidades para os Jovens Europeus”. Uma plataforma virtual a nível comunitário em que qualquer entidade (empresas, Estado, universidades, grupos e associações, ou até mesmo pessoas) poderia colocar oportunidades de trabalho, networking, voluntariado, estudos, ou de simples intercâmbio multicultural a qualquer jovem registado, esta também poderia estar ligada com outras plataformas já existentes e com o mesmo intuito (ex: AISEC, ERASMUS, etc) a grande diferença estaria na agregação de todas numa só rede de oportunidades. Estas oportunidades poderiam servir de grandes experiências que teriam pouca duração, em média um a dois meses. Nelas o jovem poderia conhecer o país, a cidade, a cultura e enriquecer a sua própria bagagem pessoal de grandes projetos, trabalhos e vivências. Patrocinado pela UE, o projeto poderia ter, na opinião de Diogo, uma vasta gama de soluções a preços baratos de modo a facilitar a experiência de qualquer jovem, sendo dos únicos fatores discriminadores, a participação do jovem ou não no mesmo. Esta é uma proposta que daria uma excelente ferramenta na busca de um intercâmbio equitativo e positivo para todos os jovens europeus, dando-lhes a oportunidade de “pôr a mão na massa” e dar-lhes experiências europeias e pessoais;

A quinta medida pauta-se pelo reforço de palestras e conferências pelas escolas portuguesas por parte dos eurodeputados, partidos e juventudes partidárias. Para Diogo Sousa, esta medida é essencial para mostrar aos jovens portugueses o melhor do que a Europa tem para lhes oferecer;

A sexta e última medida lançada também por Diogo, passa pela extensão do próprio Concurso Robert Schuman a todos jovens portugueses. Com a escolha de um tema anual por parte dos eurodeputados portugueses, seria lançado o desafio aos jovens de criarem uma reflexão crítica sobre esse mesmo tema de modo a exporem as suas ideias e a ajudarem nossos eurodeputados a terem mais riqueza no seu trabalho.




A JSD Odivelas orgulha-se da participação cívica por parte dos nossos militantes no Distrito e dos resultados obtidos, lembrando que esta é mesmo a tua e a nossa Geração de Confiança! 


Estamos com Pedro Santana Lopes!



Enquanto Presidente da JSD Odivelas sinto-me no dever de partilhar algumas informações e opiniões com todos os jovens odivelenses, particularmente os militantes da JSD Odivelas relativamente às próximas eleições diretas do PPD/PSD.



Surgiu recentemente uma notícia em diversos órgãos de comunicação social informando da decisão unânime da JSD Distrital de Lisboa em apoiar Pedro Santana Lopes à liderança do Partido Social Democrata, ou como o próprio gosta de referir, do PPD/PSD. Até hoje entendi ser pertinente aguardar para clarificar os militantes da JSD Odivelas ausentes da Reunião de Comissão Política e do Plenário onde decidimos, enquanto JSD de Odivelas que apoiaríamos unanimemente Pedro Santana Lopes.


Existem diversos motivos pelos quais entendemos ser essencial uma liderança que queira Unir o Partido e Ganhar o País. Tivemos a oportunidade de discutir isso em reunião magna de militantes para além da reunião de comissão política. Apoio total e unânime! Aproveitarei, mais à frente, para clarificar algumas questões em relação a este assunto.

Pegando no termo clarificar, uma expressão que tem vindo a ser utilizada pelo próprio Pedro Santana Lopes, importa clarificarmos os militantes quanto à importância destas eleições e da escolha de uma nova liderança. Num exercício de análise do que nos tem sido apresentado, a primeira grande questão prende-se com o facto de termos que escolher entre um líder que deu sempre tudo ao partido, abdicando do seu bem-estar pessoal, e outro que no momento mais exigente da democracia portuguesa e do PPD/PSD atacou constantemente o trabalho que estava a ser desenvolvido, desrespeitando o processo de salvação nacional que assim se exigia entre 2011 e 2015. Não indo muito atrás no tempo, importa relembrar que em 2004 tivemos um destes candidatos a aceitar assumir o cargo de Primeiro-Ministro sem ir a eleições para não provocar uma crise política que viria a ser provocado pelo então Presidente da República Jorge Sampaio e por várias demissões de diversos Ministros da altura. Esse candidato é, como facilmente identificamos, Pedro Santana Lopes!

É certo que não estamos aqui para discutir o passado mas sim o futuro, também de futuro vos falarei. Importa compreendermos o que cada candidato apresenta para o país, assim como importa percebermos o que apresentam para o partido. Queiramos ou não, discutimos hoje o que acontecerá ao PSD num momento em que a modernização partidária é um ponto basilar nesta fase final da 2ª década do séc. XXI.  Um ignora essa questão, talvez por estar rodeado de alguns dos militantes identificados como os donos dos maiores “caciques” do partido, outro começa hoje a falar da necessidade de repensarmos toda a abordagem, estrutura e regras de um partido reformista que começa a dar sinais de precisar de uma profunda reforma. Achemos este tema relevante ou não, certamente todos os militantes estarão cansados da abordagem constante de pedidos de pagamento de quotas ou de processos de secretaria que são pouco transparentes e dificultam a dinâmica democrática que se exige.

Para além do que se quer para o partido, é fundamental que percebam o que se quer para o país. Tive a oportunidade de ouvir os dois candidatos no Conselho Nacional da JSD enquanto Vice-Presidente do Congresso Nacional e de ouvir Pedro Santana Lopes noutras duas ocasiões. 

Rui Rio apresenta uma proposta programática que em nada inova face ao que nos tem vindo a ser apresentado nos últimos anos. Estaremos em concordância quanto à necessidade da saúde das finanças públicas, à necessidade de rever o Sistema de Segurança Social e a sua sustentabilidade, a importância de uma agenda para a competitividade, uma estratégia de reformas estruturais que coloquem o Estado no mapa da boa governança pública a nível mundial. Este é a mensagem de Rui Rio. Uma mensagem que nenhum social-democrata discordará, a não ser que seja contra os programas de Governo apresentados por Pedro Passos Coelho em 2011 e 2015. Esta é uma das grandes incoerências com que me deparo, temos um candidato que apresenta um programa um tanto ou quanto semelhante àquele que mais criticou e que em momento algum foi capaz de apoiar. Pergunto-me, por interesse pessoal?

Pedro Santana Lopes, embora ligado por muitos aos apoios de Pedro Passos Coelho e das suas dinâmicas, apresenta algumas novidades. Não descurando todas as matérias suprarreferidas, incluindo-as através de uma agenda para o crescimento económico, onde inclui a sustentabilidade da segurança social e a promoção da competitividade como fatores chave para o sucesso a médio longo prazo do país, apresenta uma mensagem nova no PPD/PSD que é necessária, diria até, urgente! O liberalismo económico que tem caracterizado o PPD/PSD está hoje nas bocas de Rio e a social-democracia que tanto se apregoa necessária surge pela visão de Santana. Pedro Santana Lopes apresenta duas matérias essenciais para o futuro de Portugal:

- A verdadeira reforma administrativa, obrigando a um pacto de regime, que promova um efetivo combate à desertificação, à constante e errada concentração da Administração Central em Lisboa, a uma mudança de paradigma face a todo o ordenamento do território e, de uma vez por todas, uma estratégia que combata totalmente a tendência que vivemos de migração e impeça novas calamidades como as que temos vivido;

- Uma nova abordagem em matéria de políticas sociais. Aqui Santana clarifica-nos quanto ao que é a origem do partido mais português de todos. Embora social-democrata, Santana defende menos Estado na dimensão e mais Estado nos apoios sociais que garante. Apresenta-nos uma visão liberal quanto ao tamanho e uma postura social-democrata quanto à função. Naquilo que se prevê como o debate do futuro do Estado Social, Santana apresenta uma solução, que não sendo inovadora, parece-me ser a chave de um dos principais problemas da relação entre o Povo e o Poder Político. Como muitos cidadãos lhe têm dito ”não nos tirem mais nada”. Essa é a tónica, o Estado não pode apresentar uma despesa pública de manutenção da sua estrutura ao nível que se apresenta hoje em dia, mas isso não poderá significar uma redução das responsabilidades sociais do mesmo.

Na prática poder-nos-á parecer algo muito abstrato, mas esta questão é essencial para percebermos que caminho nos apresenta. Um Estado prático, próximo, eficiente mas verdadeiramente atento aos que deve proteger, os mais desfavorecidos. Um Estado que não seja única e exclusivamente potenciador do capital mas que veja as pessoas como o seu principal ativo. Este espírito reformista social-democrata que apresenta, não é só seu, é de um Partido que volta às suas origens, é de um líder, que embora citado e usado por muitos erradamente, vê agora uma parte do seu projeto para o país surgir, Francisco Sá Carneiro. Perdoem-me mas é inegável que Pedro Santana Lopes é o seu fiel herdeiro.

Posto isto, voltarei à questão abordada logo no início. Estas eleições servem para clarificar.

Como Pedro Santana Lopes afirma, é isso que veio fazer e que nós estamos a fazer, a clarificar.

Em Odivelas estamos a clarificar, entre aqueles que usam as eleições para o partido a nível nacional com vista a projetos pessoais no concelho e os que querem objetivamente que o Partido Socialista deixe de continuar a destruir. Estamos a clarificar entre aqueles que se apresentam como um Movimento Social Democracia Agora defendendo um programa liberal e os que defendem uma verdadeira política social-democrata sem que se afirmem como movimentos criados para aproveitamento da conjuntura. No contexto da JSD, estamos a clarificar entre aqueles que deixaram a JSD no pior momento da sua história, em queda livre em todas as áreas de atuação, sem cuidado nenhum e qualquer respeito pelo que a mesma representa e os que representam uma nova geração que provou ser de confiança, que reconstruiu a estrutura, que tem desenvolvido um trabalho notável em todas as suas responsabilidades, que está a cumprir com tudo o que se comprometeu no início do seu mandato e que está para ficar. Em Odivelas clarificamos entre os que usam a comunicação social para denegrir o PSD, para colocar, como outrora o disse, “o PSD na lama” e os que dão a cara pelo partido seja em que contexto for, os que colocam o partido acima do seu interesse pessoal e o país acima do interesse do partido. 

Devo, enquanto Presidente da Comissão Política da JSD de Odivelas, clarificar uma outra questão de relevo. Nenhum militante da JSD em Odivelas pode-se afirmar no direito de dizer que a decisão de apoiar Pedro Santana Lopes é uma decisão de um grupo de militantes, e nenhum desses militantes poderá falar em nome da JSD em circunstâncias de entender apoiar Rui Rio. Estão no direito legítimo e democrático de votarem e apoiarem quem bem entenderem, mas em circunstância alguma se pronunciaram nos órgãos próprios quanto a esta questão e portanto não falam em nome da JSD. Nenhum se apresentou na Reunião de Comissão Política alargada que promovemos para debater esta questão e nenhum esteve presente no Plenário de Militantes da JSD onde aprovámos o apoio. De clarificar que isso significa que todos os militantes da JSD concordam com a decisão em causa visto ter sido aprovada por unanimidade.

Aproveito, deste modo, para convidar todos os militantes da JSD a estarem presentes na sessão de esclarecimento da candidatura de Pedro Santana Lopes no dia 21 de Novembro pelas 21 horas no Pavilhão Multiusos de Odivelas. Por um PSD mais PPD!



Por todos estes motivos, a JSD Concelhia de Odivelas está com Pedro Santana Lopes para Unir o Partido e Ganhar o País!

Esta é uma Geração de Confiança!

David Pereira de Castro

A Comissão Política da JSD de Odivelas reunirá novamente para continuar a debater a avaliação dos resultados das eleições autárquicas, a programação dos próximos meses de actividade e qual o posicionamento da JSD face a todo o panorama político, local e nacional.




A Comissão Política informa que na sequência da impossibilidade de ter abordado todas as questões relevantes que permitam anunciar uma posição e um balanço face aos resultados eleitorais do dia 1 de Outubro, assim como, a falta de tempo para debater qual a estratégia a assumir relativa ao planeamento das próximas actividades e qual a posição oficial da JSD Odivelas face ao panorama nacional, reunirá ao dia de hoje, 18 de Outubro, pelas 21H.

A reunião apresentará a seguinte ordem de trabalhos:

1- Conclusão do balanço dos resultados das eleições autárquicas e consequente comunicado à comunicação social;

2-  Análise da situação política nacional;

3- Análise da situação política local;

4- Planeamento do último semestre do mandato 2016-2018.

A JSD de Odivelas não se demitirá de assumir as responsabilidades políticas face ao desaire eleitoral e jamais passará para outros aquilo que é responsabilidade dos odivelenses. 

Esta é uma Geração de Confiança!



"Foi em Odivelas que encontrei uma autêntica juventude partidária, que me fez lembrar todas as histórias da Jota que o meu pai me contava."



Hoje, em dia de eleições autárquicas e depois do dia de relfexão de ontem e da grande campanha que realizámos, deixamos aqui o testemunho do nosso companheiro Miguel Galaz.

"Houve uma altura na minha vida em que sentia um verdadeiro fascínio pela política. Como muitos, via aqueles filmes das grandes figuras históricas com uma banda sonora épica, com discursos emocionantes e cheios de paixão que movem as pessoas a marchar, a levantar-se contra as forças que nos oprimem, a fazer história através de um discurso, um debate, uma ideia. Fascinava-me a capacidade que poucos indivíduos tinham em mudar o rumo da história, para ir contra a corrente e tornar este mundo um pouco melhor. Só isso era motivo de fascínio.

Acontece que a política real do dia-a-dia, não é nada disto, não é nada épico, não vem com bandas sonoras e raramente há pessoas a bater palmas e a gritar o teu nome. A política do dia-a-dia é, aliás, uma seca. Mas atenção que isto não quer dizer que não possa ser algo extraordinário e de grande valor, quando é tratado com seriedade, transparência e honestidade. Os políticos são responsáveis por uma gestão eficaz e justa do poder que lhes é atribuído, seja na governação, seja na oposição (a fiscalização da governação). Acontece que o serviço ao Estado e a gestão das nossas contribuições (que nos sai do couro), algo que deveria ser visto como uma atividade nobre, uma honra até, não é visto de tal maneira. Para muitos, existe aquela platitude de que “os políticos são todos uns corruptos” ou “os políticos são todos iguais”. Para outros, bem, esses nem querem saber, demasiado tem essas pessoas para se preocuparem no dia a dia do que ter que aturar a novela mediática que é a política, não só no nosso país, mas a nível internacional.


E confesso que até dá para compreender (e cada vez mais) a maneira como a maioria das pessoas encaram a política. Eu próprio já senti o dito fascínio a ser substituído por frustração e aborrecimento. E para tentar perceber porque é que as pessoas desprezam tanto a classe política e os seus satélites (comunicação social, assessores, comentadores, etc) acho que consegui chegar à questão central da coisa: é medíocre.


E não é só meramente medíocre, é muito, mas mesmo muito medíocre. Vivemos num mundo inundado por informação e somos constantemente bombardeados por amostras de tudo e mais alguma coisa: os melhores golos, os videos mais divertidos, as maiores catástrofes e todas as desgraças e escândalos, as músicas mais belas, os gestos mais humanos, os momentos mais bonitos e as situações mais medonhas. Com as redes sociais, a internet e os smartphones, o nosso mundo mudou fundamentalmente, e como tudo na nossa vida, novos hábitos geram novas atitudes.


O facto é que estamos habituados a exigir mais e melhor e hoje temos a capacidade de receber quase tudo aquilo que exigimos com um simples toque. Esta mudança de paradigma veio alterar completamente a maneira como interagimos com e como pensamos sobre o mundo. Há setores da sociedade que têm sabido precisamente como devem adaptar-se a este admirável novo mundo com destreza, uns para bem, outros para mal; no entanto, aqueles que conseguem mexer mais com a nossa vida, a maioria da classe política, ainda não se apercebeu que a falta de interesse pelos cidadãos, a própria abstenção eleitoral é proporcional à sua mediocridade, é proporcional à ausência de princípios, de mensagens que mexam e que motivem os eleitores. A responsabilidade é única e exclusivamente da classe política e da sua indisponibilidade para querer, genuinamente, um eleitorado mais informado e mais assíduo perante os seus deveres democráticos.


Infelizmente assistimos cada vez mais a uma futebolização da política. Os formatos dos debates televisivos são verdadeiras cópias dos debates dos jogos de futebol, completo com uma espécie de moderador que vai lançando acendalhas para ver se a discussão pega fogo e aquilo fica interessante. Colocamos frente-a-frente deputados, governantes e representantes partidários que por vezes parecem odiar-se profundamente que discutem com tal ferocidade e desprezo, mentem descaradamente, manipulam factos, destroem qualquer dignidade que o cargo lhes atribui e transformam um fórum que deveria servir para informar o cidadão, num circo midiático em que só o espetáculo é que interessa, dado que ninguém pode perceber o que se passa de facto nos bastidores.


A comunicação social e classe política tem uma relação simbiótica, ou seja, dependem totalmente uns dos outros, pelo que surge o problema que acima identificamos: é tudo muito medíocre. Mediocridade puxa mais mediocridade. A qualidade do jornalismo é francamente baixo: os comentadores resumem-se a resumir, a comentar comentários, a achar que acham, e quando chega a hora de exigir a verdade perante aqueles no poder, acanham-se. São enfrentados por manifestas mentiras, que eles sabem que são mentiras, e não perseguem. Pior, existe um claro desequilíbrio da maneira como alguns partidos são tratados pelos entrevistadores em comparação com outros, mas isso é tema para outro dia.


A conclusão a que chego sempre que ligo a televisão ou leio um jornal é que merecemos melhor. Mas muito melhor. A política não tem que ser (nem deve ser) algo emocionante e dramático. A política deve ser secante, ausente de intrigas e politiquices. Para novelas tenho muitas opções na televisão, para a política quero é ver profissionais que irão utilizar cada momento dos seus mandatos para melhorar a minha vida, a vida da minha família, a vida da minha comunidade e a vida do meu país. Ponto final. O trabalho de uma freguesia, de uma câmara municipal, de um governo, do Estado, não é para servir como um centro de emprego para uma cada vez mais limitada classe de indivíduos. O serviço ao Estado que segue um acto eleitoral tem como primado servir Portugal, servir os Portugueses. Para isto eu não quero gente medíocre, eu quero profissionais que sintam a responsabilidade nos ombros e vão em frente, e olham os adversários olhos-nos-olhos e dão força às pessoas que o elegeram.


E então o que fazemos? Devemos ser exigentes. Cada vez mais. Se somos exigentes em casa com os nossos, temos que ser exigentes com quem nos governa. O mundo é cada vez mais rápido e mais dinâmico, não podemos ficar agarrados ao status quo só porque é confortável. Se ficarmos estagnados, nunca mais seremos aquilo tudo que podemos ser. E acredito que podemos ser muito.


Olho sobretudo para o meu município de Odivelas e sinto novamente aquele meu fascínio jovem pela política. Numa verdadeira panóplia de gentes, sinto em Odivelas um potencial que ainda não foi devidamente explorado, porque precisa do catalisador certo. E creio que essa mudança vem ai.


Foi em Odivelas que encontrei uma autêntica juventude partidária, que me fez lembrar todas as histórias da Jota que o meu pai me contava. Encontrei jovens que se importam verdadeiramente com o futuro da sua cidade e do seu país, jovens que sabem o valor do trabalho e aquilo que custa por uma refeição na mesa e ter as contas em dia, jovens sem manias nem preconceitos, humildes perante a tamanha importância e responsabilidade que é servir um ideal, que é servir o seu país.


Na JSD de Odivelas descobri que afinal pode haver futuro, e que não tem que ser medíocre, que pode e deve ser profissional, humano e próximo das pessoas. Já tive oportunidade de presenciar e de conhecer outras estruturas partidárias, de outras Jotas, e confesso que nunca vi outra estrutura que me acalmasse tanto o meu espírito. Estes jovens de Odivelas ressuscitaram a minha esperança para o futuro do nosso país, porque acima de tudo mostram-se humildes e serenos perante a incerteza dos desafios que os enfrenta. Se isso não é extraordinário, eu não sei o que é.


Este domingo dia 1 de outubro, eu vou dar força a esta geração de jovens, eu vou dar força a estes e a todos os outros Odivelenses porque chegou a hora de exigir melhor. Este domingo irei votar no Prof. Fernando Seara, porque vejo nele um líder com a visão necessária para pôr Odivelas a mexer. Porque chega de mediocridade, porque chega de politiquices que nada nos beneficia, porque chega de guerras partidárias que só servem para atrapalhar as nossas vidas. Está na hora de trabalharmos a sério, de pôr as mãos na massa e libertar todo o potencial deste nosso concelho. Está na hora de Dar Força a Odivelas e demonstrar que aqui não há espaço para mediocridades, só mesmo gente extraordinária."


Dia 3 com presença especial, Professor Aníbal Cavaco Silva, "Os que valem a pena não esgotam os dedos de uma mão." foi esta uma das frases que classificam a sua abordagem face ao cometário político que é feito hoje nos media.



Mais um dia e mais um resumo, hoje repete o nosso companheiro Gonçalo Cordeiro.


Consulta o resumo do dia 3 neste vídeo

"Hoje o dia começou com grande agitação, o Professor Aníbal Cavaco Silva, ex-presidente da república e ex-primeiro ministro é orador da primeira conferência. 

  A primeira conferência, como sempre começou as 10 da manhã. O tema foi  " Os Jovens e a Política: Quando a realidade tira o tapete à ideologia.", nesta foram abordados pontos como a inversão das políticas de governo syriza, em relação à Europa. Neste ponto marcou-me o episódio que o professor contou, as declarações do primeiro-ministro grego ao jornal The Guardian. Quando questionado sobre uma possível saída do euro, este disse "sair do euro? E vamos para onde?". De facto esta afirmação é um exemplo claro, do tema da conferência. Fez uma reflexão sobre a conjuntura actual da política portuguesa, o fenómeno da geringonça e a relação entre o poder político e os jornalistas.Vê aqui a sua intervenção.
        



 Depois de almoço, tivemos a segunda conferência do dia, " A ciência muda o nosso futuro?", que teve como oradora a cientista Maria Manuela Mota apesar de não ser muito conhecida pelo público, trata-se de uma das nossas maiores cientistas. Ganhou o prémio EMBO Young Investigator Award   em 2003, e realizou grandes estudos tanto em Londres como nos Estados Unidos. A primeira parte da conferência abordou temas como, a importância que a educação tem na sociedade e a necessidade de aplicar o pensamento científico na nossa vida profissional. Na segunda parte expôs um pouco o seu trabalho no centro de investigação onde trabalha, unidade de malária do instituto de medicina molecular na faculdade de medicina da universidade de Lisboa.
     
  De seguida  fomos trabalhar na apresentação para o dia a seguir. Já tínhamos feito a parte escrita, fizemos ainda um vídeo de 2 minutos no qual tivemos de expor um dos temas do trabalho. Como o tempo na UV passa a correr, sem nos apercebermos já estávamos perto das 8, hora do jantar-conferência.

  Tivemos o prazer de ter como convidado, o deputado Miguel Morgado.  No seu discurso inicial abordou o tema " social-democracia", e o papel do PSD no nosso sistema político. O jantar acabou com as perguntas realizadas por cada equipa. 


   Na UV o jantar não é sinal de ter acabado o dia de trabalho, como tal fomos  ainda preparar os trabalhos, que temos de entregar nos próximos dias. 

   O espírito jota continua!”

JSD Odivelas

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