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Estamos com Pedro Santana Lopes!



Enquanto Presidente da JSD Odivelas sinto-me no dever de partilhar algumas informações e opiniões com todos os jovens odivelenses, particularmente os militantes da JSD Odivelas relativamente às próximas eleições diretas do PPD/PSD.



Surgiu recentemente uma notícia em diversos órgãos de comunicação social informando da decisão unânime da JSD Distrital de Lisboa em apoiar Pedro Santana Lopes à liderança do Partido Social Democrata, ou como o próprio gosta de referir, do PPD/PSD. Até hoje entendi ser pertinente aguardar para clarificar os militantes da JSD Odivelas ausentes da Reunião de Comissão Política e do Plenário onde decidimos, enquanto JSD de Odivelas que apoiaríamos unanimemente Pedro Santana Lopes.


Existem diversos motivos pelos quais entendemos ser essencial uma liderança que queira Unir o Partido e Ganhar o País. Tivemos a oportunidade de discutir isso em reunião magna de militantes para além da reunião de comissão política. Apoio total e unânime! Aproveitarei, mais à frente, para clarificar algumas questões em relação a este assunto.

Pegando no termo clarificar, uma expressão que tem vindo a ser utilizada pelo próprio Pedro Santana Lopes, importa clarificarmos os militantes quanto à importância destas eleições e da escolha de uma nova liderança. Num exercício de análise do que nos tem sido apresentado, a primeira grande questão prende-se com o facto de termos que escolher entre um líder que deu sempre tudo ao partido, abdicando do seu bem-estar pessoal, e outro que no momento mais exigente da democracia portuguesa e do PPD/PSD atacou constantemente o trabalho que estava a ser desenvolvido, desrespeitando o processo de salvação nacional que assim se exigia entre 2011 e 2015. Não indo muito atrás no tempo, importa relembrar que em 2004 tivemos um destes candidatos a aceitar assumir o cargo de Primeiro-Ministro sem ir a eleições para não provocar uma crise política que viria a ser provocado pelo então Presidente da República Jorge Sampaio e por várias demissões de diversos Ministros da altura. Esse candidato é, como facilmente identificamos, Pedro Santana Lopes!

É certo que não estamos aqui para discutir o passado mas sim o futuro, também de futuro vos falarei. Importa compreendermos o que cada candidato apresenta para o país, assim como importa percebermos o que apresentam para o partido. Queiramos ou não, discutimos hoje o que acontecerá ao PSD num momento em que a modernização partidária é um ponto basilar nesta fase final da 2ª década do séc. XXI.  Um ignora essa questão, talvez por estar rodeado de alguns dos militantes identificados como os donos dos maiores “caciques” do partido, outro começa hoje a falar da necessidade de repensarmos toda a abordagem, estrutura e regras de um partido reformista que começa a dar sinais de precisar de uma profunda reforma. Achemos este tema relevante ou não, certamente todos os militantes estarão cansados da abordagem constante de pedidos de pagamento de quotas ou de processos de secretaria que são pouco transparentes e dificultam a dinâmica democrática que se exige.

Para além do que se quer para o partido, é fundamental que percebam o que se quer para o país. Tive a oportunidade de ouvir os dois candidatos no Conselho Nacional da JSD enquanto Vice-Presidente do Congresso Nacional e de ouvir Pedro Santana Lopes noutras duas ocasiões. 

Rui Rio apresenta uma proposta programática que em nada inova face ao que nos tem vindo a ser apresentado nos últimos anos. Estaremos em concordância quanto à necessidade da saúde das finanças públicas, à necessidade de rever o Sistema de Segurança Social e a sua sustentabilidade, a importância de uma agenda para a competitividade, uma estratégia de reformas estruturais que coloquem o Estado no mapa da boa governança pública a nível mundial. Este é a mensagem de Rui Rio. Uma mensagem que nenhum social-democrata discordará, a não ser que seja contra os programas de Governo apresentados por Pedro Passos Coelho em 2011 e 2015. Esta é uma das grandes incoerências com que me deparo, temos um candidato que apresenta um programa um tanto ou quanto semelhante àquele que mais criticou e que em momento algum foi capaz de apoiar. Pergunto-me, por interesse pessoal?

Pedro Santana Lopes, embora ligado por muitos aos apoios de Pedro Passos Coelho e das suas dinâmicas, apresenta algumas novidades. Não descurando todas as matérias suprarreferidas, incluindo-as através de uma agenda para o crescimento económico, onde inclui a sustentabilidade da segurança social e a promoção da competitividade como fatores chave para o sucesso a médio longo prazo do país, apresenta uma mensagem nova no PPD/PSD que é necessária, diria até, urgente! O liberalismo económico que tem caracterizado o PPD/PSD está hoje nas bocas de Rio e a social-democracia que tanto se apregoa necessária surge pela visão de Santana. Pedro Santana Lopes apresenta duas matérias essenciais para o futuro de Portugal:

- A verdadeira reforma administrativa, obrigando a um pacto de regime, que promova um efetivo combate à desertificação, à constante e errada concentração da Administração Central em Lisboa, a uma mudança de paradigma face a todo o ordenamento do território e, de uma vez por todas, uma estratégia que combata totalmente a tendência que vivemos de migração e impeça novas calamidades como as que temos vivido;

- Uma nova abordagem em matéria de políticas sociais. Aqui Santana clarifica-nos quanto ao que é a origem do partido mais português de todos. Embora social-democrata, Santana defende menos Estado na dimensão e mais Estado nos apoios sociais que garante. Apresenta-nos uma visão liberal quanto ao tamanho e uma postura social-democrata quanto à função. Naquilo que se prevê como o debate do futuro do Estado Social, Santana apresenta uma solução, que não sendo inovadora, parece-me ser a chave de um dos principais problemas da relação entre o Povo e o Poder Político. Como muitos cidadãos lhe têm dito ”não nos tirem mais nada”. Essa é a tónica, o Estado não pode apresentar uma despesa pública de manutenção da sua estrutura ao nível que se apresenta hoje em dia, mas isso não poderá significar uma redução das responsabilidades sociais do mesmo.

Na prática poder-nos-á parecer algo muito abstrato, mas esta questão é essencial para percebermos que caminho nos apresenta. Um Estado prático, próximo, eficiente mas verdadeiramente atento aos que deve proteger, os mais desfavorecidos. Um Estado que não seja única e exclusivamente potenciador do capital mas que veja as pessoas como o seu principal ativo. Este espírito reformista social-democrata que apresenta, não é só seu, é de um Partido que volta às suas origens, é de um líder, que embora citado e usado por muitos erradamente, vê agora uma parte do seu projeto para o país surgir, Francisco Sá Carneiro. Perdoem-me mas é inegável que Pedro Santana Lopes é o seu fiel herdeiro.

Posto isto, voltarei à questão abordada logo no início. Estas eleições servem para clarificar.

Como Pedro Santana Lopes afirma, é isso que veio fazer e que nós estamos a fazer, a clarificar.

Em Odivelas estamos a clarificar, entre aqueles que usam as eleições para o partido a nível nacional com vista a projetos pessoais no concelho e os que querem objetivamente que o Partido Socialista deixe de continuar a destruir. Estamos a clarificar entre aqueles que se apresentam como um Movimento Social Democracia Agora defendendo um programa liberal e os que defendem uma verdadeira política social-democrata sem que se afirmem como movimentos criados para aproveitamento da conjuntura. No contexto da JSD, estamos a clarificar entre aqueles que deixaram a JSD no pior momento da sua história, em queda livre em todas as áreas de atuação, sem cuidado nenhum e qualquer respeito pelo que a mesma representa e os que representam uma nova geração que provou ser de confiança, que reconstruiu a estrutura, que tem desenvolvido um trabalho notável em todas as suas responsabilidades, que está a cumprir com tudo o que se comprometeu no início do seu mandato e que está para ficar. Em Odivelas clarificamos entre os que usam a comunicação social para denegrir o PSD, para colocar, como outrora o disse, “o PSD na lama” e os que dão a cara pelo partido seja em que contexto for, os que colocam o partido acima do seu interesse pessoal e o país acima do interesse do partido. 

Devo, enquanto Presidente da Comissão Política da JSD de Odivelas, clarificar uma outra questão de relevo. Nenhum militante da JSD em Odivelas pode-se afirmar no direito de dizer que a decisão de apoiar Pedro Santana Lopes é uma decisão de um grupo de militantes, e nenhum desses militantes poderá falar em nome da JSD em circunstâncias de entender apoiar Rui Rio. Estão no direito legítimo e democrático de votarem e apoiarem quem bem entenderem, mas em circunstância alguma se pronunciaram nos órgãos próprios quanto a esta questão e portanto não falam em nome da JSD. Nenhum se apresentou na Reunião de Comissão Política alargada que promovemos para debater esta questão e nenhum esteve presente no Plenário de Militantes da JSD onde aprovámos o apoio. De clarificar que isso significa que todos os militantes da JSD concordam com a decisão em causa visto ter sido aprovada por unanimidade.

Aproveito, deste modo, para convidar todos os militantes da JSD a estarem presentes na sessão de esclarecimento da candidatura de Pedro Santana Lopes no dia 21 de Novembro pelas 21 horas no Pavilhão Multiusos de Odivelas. Por um PSD mais PPD!



Por todos estes motivos, a JSD Concelhia de Odivelas está com Pedro Santana Lopes para Unir o Partido e Ganhar o País!

Esta é uma Geração de Confiança!

David Pereira de Castro

A Comissão Política da JSD de Odivelas reunirá novamente para continuar a debater a avaliação dos resultados das eleições autárquicas, a programação dos próximos meses de actividade e qual o posicionamento da JSD face a todo o panorama político, local e nacional.




A Comissão Política informa que na sequência da impossibilidade de ter abordado todas as questões relevantes que permitam anunciar uma posição e um balanço face aos resultados eleitorais do dia 1 de Outubro, assim como, a falta de tempo para debater qual a estratégia a assumir relativa ao planeamento das próximas actividades e qual a posição oficial da JSD Odivelas face ao panorama nacional, reunirá ao dia de hoje, 18 de Outubro, pelas 21H.

A reunião apresentará a seguinte ordem de trabalhos:

1- Conclusão do balanço dos resultados das eleições autárquicas e consequente comunicado à comunicação social;

2-  Análise da situação política nacional;

3- Análise da situação política local;

4- Planeamento do último semestre do mandato 2016-2018.

A JSD de Odivelas não se demitirá de assumir as responsabilidades políticas face ao desaire eleitoral e jamais passará para outros aquilo que é responsabilidade dos odivelenses. 

Esta é uma Geração de Confiança!



"Foi em Odivelas que encontrei uma autêntica juventude partidária, que me fez lembrar todas as histórias da Jota que o meu pai me contava."



Hoje, em dia de eleições autárquicas e depois do dia de relfexão de ontem e da grande campanha que realizámos, deixamos aqui o testemunho do nosso companheiro Miguel Galaz.

"Houve uma altura na minha vida em que sentia um verdadeiro fascínio pela política. Como muitos, via aqueles filmes das grandes figuras históricas com uma banda sonora épica, com discursos emocionantes e cheios de paixão que movem as pessoas a marchar, a levantar-se contra as forças que nos oprimem, a fazer história através de um discurso, um debate, uma ideia. Fascinava-me a capacidade que poucos indivíduos tinham em mudar o rumo da história, para ir contra a corrente e tornar este mundo um pouco melhor. Só isso era motivo de fascínio.

Acontece que a política real do dia-a-dia, não é nada disto, não é nada épico, não vem com bandas sonoras e raramente há pessoas a bater palmas e a gritar o teu nome. A política do dia-a-dia é, aliás, uma seca. Mas atenção que isto não quer dizer que não possa ser algo extraordinário e de grande valor, quando é tratado com seriedade, transparência e honestidade. Os políticos são responsáveis por uma gestão eficaz e justa do poder que lhes é atribuído, seja na governação, seja na oposição (a fiscalização da governação). Acontece que o serviço ao Estado e a gestão das nossas contribuições (que nos sai do couro), algo que deveria ser visto como uma atividade nobre, uma honra até, não é visto de tal maneira. Para muitos, existe aquela platitude de que “os políticos são todos uns corruptos” ou “os políticos são todos iguais”. Para outros, bem, esses nem querem saber, demasiado tem essas pessoas para se preocuparem no dia a dia do que ter que aturar a novela mediática que é a política, não só no nosso país, mas a nível internacional.


E confesso que até dá para compreender (e cada vez mais) a maneira como a maioria das pessoas encaram a política. Eu próprio já senti o dito fascínio a ser substituído por frustração e aborrecimento. E para tentar perceber porque é que as pessoas desprezam tanto a classe política e os seus satélites (comunicação social, assessores, comentadores, etc) acho que consegui chegar à questão central da coisa: é medíocre.


E não é só meramente medíocre, é muito, mas mesmo muito medíocre. Vivemos num mundo inundado por informação e somos constantemente bombardeados por amostras de tudo e mais alguma coisa: os melhores golos, os videos mais divertidos, as maiores catástrofes e todas as desgraças e escândalos, as músicas mais belas, os gestos mais humanos, os momentos mais bonitos e as situações mais medonhas. Com as redes sociais, a internet e os smartphones, o nosso mundo mudou fundamentalmente, e como tudo na nossa vida, novos hábitos geram novas atitudes.


O facto é que estamos habituados a exigir mais e melhor e hoje temos a capacidade de receber quase tudo aquilo que exigimos com um simples toque. Esta mudança de paradigma veio alterar completamente a maneira como interagimos com e como pensamos sobre o mundo. Há setores da sociedade que têm sabido precisamente como devem adaptar-se a este admirável novo mundo com destreza, uns para bem, outros para mal; no entanto, aqueles que conseguem mexer mais com a nossa vida, a maioria da classe política, ainda não se apercebeu que a falta de interesse pelos cidadãos, a própria abstenção eleitoral é proporcional à sua mediocridade, é proporcional à ausência de princípios, de mensagens que mexam e que motivem os eleitores. A responsabilidade é única e exclusivamente da classe política e da sua indisponibilidade para querer, genuinamente, um eleitorado mais informado e mais assíduo perante os seus deveres democráticos.


Infelizmente assistimos cada vez mais a uma futebolização da política. Os formatos dos debates televisivos são verdadeiras cópias dos debates dos jogos de futebol, completo com uma espécie de moderador que vai lançando acendalhas para ver se a discussão pega fogo e aquilo fica interessante. Colocamos frente-a-frente deputados, governantes e representantes partidários que por vezes parecem odiar-se profundamente que discutem com tal ferocidade e desprezo, mentem descaradamente, manipulam factos, destroem qualquer dignidade que o cargo lhes atribui e transformam um fórum que deveria servir para informar o cidadão, num circo midiático em que só o espetáculo é que interessa, dado que ninguém pode perceber o que se passa de facto nos bastidores.


A comunicação social e classe política tem uma relação simbiótica, ou seja, dependem totalmente uns dos outros, pelo que surge o problema que acima identificamos: é tudo muito medíocre. Mediocridade puxa mais mediocridade. A qualidade do jornalismo é francamente baixo: os comentadores resumem-se a resumir, a comentar comentários, a achar que acham, e quando chega a hora de exigir a verdade perante aqueles no poder, acanham-se. São enfrentados por manifestas mentiras, que eles sabem que são mentiras, e não perseguem. Pior, existe um claro desequilíbrio da maneira como alguns partidos são tratados pelos entrevistadores em comparação com outros, mas isso é tema para outro dia.


A conclusão a que chego sempre que ligo a televisão ou leio um jornal é que merecemos melhor. Mas muito melhor. A política não tem que ser (nem deve ser) algo emocionante e dramático. A política deve ser secante, ausente de intrigas e politiquices. Para novelas tenho muitas opções na televisão, para a política quero é ver profissionais que irão utilizar cada momento dos seus mandatos para melhorar a minha vida, a vida da minha família, a vida da minha comunidade e a vida do meu país. Ponto final. O trabalho de uma freguesia, de uma câmara municipal, de um governo, do Estado, não é para servir como um centro de emprego para uma cada vez mais limitada classe de indivíduos. O serviço ao Estado que segue um acto eleitoral tem como primado servir Portugal, servir os Portugueses. Para isto eu não quero gente medíocre, eu quero profissionais que sintam a responsabilidade nos ombros e vão em frente, e olham os adversários olhos-nos-olhos e dão força às pessoas que o elegeram.


E então o que fazemos? Devemos ser exigentes. Cada vez mais. Se somos exigentes em casa com os nossos, temos que ser exigentes com quem nos governa. O mundo é cada vez mais rápido e mais dinâmico, não podemos ficar agarrados ao status quo só porque é confortável. Se ficarmos estagnados, nunca mais seremos aquilo tudo que podemos ser. E acredito que podemos ser muito.


Olho sobretudo para o meu município de Odivelas e sinto novamente aquele meu fascínio jovem pela política. Numa verdadeira panóplia de gentes, sinto em Odivelas um potencial que ainda não foi devidamente explorado, porque precisa do catalisador certo. E creio que essa mudança vem ai.


Foi em Odivelas que encontrei uma autêntica juventude partidária, que me fez lembrar todas as histórias da Jota que o meu pai me contava. Encontrei jovens que se importam verdadeiramente com o futuro da sua cidade e do seu país, jovens que sabem o valor do trabalho e aquilo que custa por uma refeição na mesa e ter as contas em dia, jovens sem manias nem preconceitos, humildes perante a tamanha importância e responsabilidade que é servir um ideal, que é servir o seu país.


Na JSD de Odivelas descobri que afinal pode haver futuro, e que não tem que ser medíocre, que pode e deve ser profissional, humano e próximo das pessoas. Já tive oportunidade de presenciar e de conhecer outras estruturas partidárias, de outras Jotas, e confesso que nunca vi outra estrutura que me acalmasse tanto o meu espírito. Estes jovens de Odivelas ressuscitaram a minha esperança para o futuro do nosso país, porque acima de tudo mostram-se humildes e serenos perante a incerteza dos desafios que os enfrenta. Se isso não é extraordinário, eu não sei o que é.


Este domingo dia 1 de outubro, eu vou dar força a esta geração de jovens, eu vou dar força a estes e a todos os outros Odivelenses porque chegou a hora de exigir melhor. Este domingo irei votar no Prof. Fernando Seara, porque vejo nele um líder com a visão necessária para pôr Odivelas a mexer. Porque chega de mediocridade, porque chega de politiquices que nada nos beneficia, porque chega de guerras partidárias que só servem para atrapalhar as nossas vidas. Está na hora de trabalharmos a sério, de pôr as mãos na massa e libertar todo o potencial deste nosso concelho. Está na hora de Dar Força a Odivelas e demonstrar que aqui não há espaço para mediocridades, só mesmo gente extraordinária."


Dia 3 com presença especial, Professor Aníbal Cavaco Silva, "Os que valem a pena não esgotam os dedos de uma mão." foi esta uma das frases que classificam a sua abordagem face ao cometário político que é feito hoje nos media.



Mais um dia e mais um resumo, hoje repete o nosso companheiro Gonçalo Cordeiro.


Consulta o resumo do dia 3 neste vídeo

"Hoje o dia começou com grande agitação, o Professor Aníbal Cavaco Silva, ex-presidente da república e ex-primeiro ministro é orador da primeira conferência. 

  A primeira conferência, como sempre começou as 10 da manhã. O tema foi  " Os Jovens e a Política: Quando a realidade tira o tapete à ideologia.", nesta foram abordados pontos como a inversão das políticas de governo syriza, em relação à Europa. Neste ponto marcou-me o episódio que o professor contou, as declarações do primeiro-ministro grego ao jornal The Guardian. Quando questionado sobre uma possível saída do euro, este disse "sair do euro? E vamos para onde?". De facto esta afirmação é um exemplo claro, do tema da conferência. Fez uma reflexão sobre a conjuntura actual da política portuguesa, o fenómeno da geringonça e a relação entre o poder político e os jornalistas.Vê aqui a sua intervenção.
        



 Depois de almoço, tivemos a segunda conferência do dia, " A ciência muda o nosso futuro?", que teve como oradora a cientista Maria Manuela Mota apesar de não ser muito conhecida pelo público, trata-se de uma das nossas maiores cientistas. Ganhou o prémio EMBO Young Investigator Award   em 2003, e realizou grandes estudos tanto em Londres como nos Estados Unidos. A primeira parte da conferência abordou temas como, a importância que a educação tem na sociedade e a necessidade de aplicar o pensamento científico na nossa vida profissional. Na segunda parte expôs um pouco o seu trabalho no centro de investigação onde trabalha, unidade de malária do instituto de medicina molecular na faculdade de medicina da universidade de Lisboa.
     
  De seguida  fomos trabalhar na apresentação para o dia a seguir. Já tínhamos feito a parte escrita, fizemos ainda um vídeo de 2 minutos no qual tivemos de expor um dos temas do trabalho. Como o tempo na UV passa a correr, sem nos apercebermos já estávamos perto das 8, hora do jantar-conferência.

  Tivemos o prazer de ter como convidado, o deputado Miguel Morgado.  No seu discurso inicial abordou o tema " social-democracia", e o papel do PSD no nosso sistema político. O jantar acabou com as perguntas realizadas por cada equipa. 


   Na UV o jantar não é sinal de ter acabado o dia de trabalho, como tal fomos  ainda preparar os trabalhos, que temos de entregar nos próximos dias. 

   O espírito jota continua!”


Eis o testemunho de ontem, com o contributo do Rafael Alves!
Num dia em que muito se debateu, segue aqui o resumo do dia 29 de Agosto, e amanha sairá o do dia de hoje. 


"O dia começa cedo primeiro dia completo da UV, a agitação è grande è desde cedo estamos no pequeno-almoço. Aqui os horários são sagrados, como tal ninguém se quer atrasar ... Missão cumprida, a aula começa na hora certa.

 Na manhã o tema podia não ser o mais aliciante " Clima, Ambiente e Energia ", mais o professor António Costa Silva no seu papel de orador foi excepcional. Abrindo os nossos horizontes a escala global, mostrando a verdadeira importância destes itens na nossa sociedade e no desenvolvimento da mesma.

 As solicitações para fazer perguntas são muitas e o tempo voa! Dizem que acabou a aula, não pensei que fosse possível passar 2 h 30 m a falar deste tema e eu nem dar conta. Obrigado pelos ensinamentos UV.

 E porque na UV não se pára, corremos para o almoço, o tempo escasseia mas ainda temos tempo para preparar as perguntas para logo.

Ao contrário de manhã a minha expectativa está muito alta, afinal de contas foi nisto que me formei.
"Forças e fraquezas da economia portuguesa " o tema era óptimo e o professor Daniel Traça não desilude e faz-nos mergulhar na economia portuguesa. Para mim um grande aprofundar de conhecimentos e um descobrir de muita informação que será muito importante para o meu futuro. 

Consulta aqui o vídeo da aula Aula Tarde UV

Tive a oportunidade de intervir e esclarecer as minhas dúvidas e explicar os meus pontos de vista. A sessão termina, e temos direito a uma breve pausa para o lanche é tempo de relaxar. Antes do jantar Ainda temos de reunir com os grupos para definir as próximas intervenções e trabalhos.

As 20 tivemos o jantar seguido de uma conferência com o comissário Carlos Moedas, a lição sobre a Europa e a importância dos jovens no desenvolvimento da mesma é enorme. Mostrando os vários caminhos que foram seguidos e o muitos que Ainda existem por trilhar.

Acaba a sessão as 23h, o dia foi longo devíamos ir descansar. Mas como a UV significa muito muito trabalho, mas também momentos de convívio com os colegas é tempo de ir até ao bar da vila e relaxar um bocadinho.


Porque afinal um jovem nunca está cansado."

A Universidade de Verão 2017 da JSD já começou e a JSD de Odivelas está presente mais uma vez!

Ao longo dos dias faremos um breve resumo do dia anterior com a colaboração dos membros da JSD de Odivelas presentes, o João Rafael Alves e o Gonçalo Cordeiro.

A UV vai na 15ª edição e a JSD Odivelas tem sido presença assídua. 

Acompanha oVídeo de Boas Vindas do Reitor e Eurodeputado Carlos Coelho.

Eis o Resumo do dia 1 pelo Gonçalo Cordeiro:

"Hoje começou uns dos maiores desafios da nossa vida politica, a universidade de verão do PSD 2017.

Chegámos por volta das 17 horas e mal entrámos no hotel tínhamos a equipa da organização à nossa espera. Os membros da equipa quando se aperceberam da nossa chegada, encaminharam-nos logo  para o posto de recepção dos alunos e explicaram-nos sucintamente a dinâmica.

De seguida realizou-se uma conferência de apresentação, tanto do staff como dos oradores. O eurodeputado e Reitor da UV  Carlos Coelho procedeu à explicação do funcionamento do UV2017, explicou o modelo de avaliação, a organização das equipas, tanto a nível interno como externo. Esta apresentação assentou em PowerPoint, o que facilitou imenso o entendimento.

Deram-nos uma mochila com cadernos, canetas e um dossier com todas as informações relevantes de forma a não termos quaisquer dúvidas. A meu ver, este é um ponto bastante relevante, uma vez que são estas pequenas coisas  que uma pessoa que nunca veio se preocupa inicialmente.

Não se preocupem que são fornecidos todos os materiais necessários para a UV mal chegam! 

Depois da apresentação inicial, seguimos para o jantar de apresentação com a intervenção do Dr. Jaime Ramos. O eurodeputado Carlos Coelho inaugurou o mesmo.

A nível de trabalhos, no primeiro dia foram dadas 4 pequenas missões a cada grupo. Decidirmos o porta-voz e organizarmos a semana de trabalho foram duas delas. Por incrível que pareça ainda tivemos tempo de conviver um pouco, a maior parte dos participantes seguiu para um café aqui perto.


Este é o espírito da JSD, trabalho máximo e convívio a seguir!" 

Acompanha no Blogue da JSD Odivelas o dia a dia da UV 2017.

Dia 26 de Junho, a JSD de Odivelas e a Juventude Odivelense maracarão presença na Apresentação de Candidatura de Fernando Seara à Câmara Municipal de Odivelas.


Os jovens de Odivelas querem DAR FORÇA A ODIVELAS!

Dia 26 de Junho pelas 19 Horas, no Centro de Exposições da CM Odivelas, decorrerá  a Apresentação de Candidatura de Fernando Seara enquanto candidato do PSD à CM Odivelas. A JSD de Odivelas, não só declara total apoio a esta candidatura como já o fez anteriormente, como incentiva todos os jovens a participarem neste momento que será o início de uma nova fase nesta terra, em que Odivelas será mais forte e será colocada no mapa das grandes cidades do país, inovadoras, modernas e sustentáveis. 

Esta é a derradeira oportunidade da juventude odivelense. Finalmente será possível verem os seus anseios e as suas propostas tidas em conta depois de anos e anos em que a juventude foi ignorada pelo Executivo Municipal. 



Contamos contigo para fazer a diferença!

Segunda-Feira, Vamos Dar Força a Odivelas!



JSD Odivelas declara apoio à candidatura de Fernando Seara à Presidência da Câmara Municipal de Odivelas!



Após a aprovação do nome do Dr. Fernando Seara por parte da Comissão Política da Secção Concelhia do PSD Odivelas e da Comissão Política do PSD Distrital de Lisboa para encabeçar a Lista do PSD Odivelas à Câmara Municipal de Odivelas, a JSD informa que deliberou em reunião do Comissão Política no passado que, caso se confirmasse a aprovação do Dr. Fernando Seara como candidato nos órgãos próprios, a JSD declararia apoio total a esta candidatura.

A JSD Odivelas entende que o Município precisa de alguém capaz de colocar Odivelas no mapa, com experiência reconhecida, visão, capacidade e vontade de fazer o que ainda não foi feito.

A Comissão Política da JSD Odivelas acredita que finalmente a juventude odivelense poderá ter uma voz preponderante nas decisões do Município de modo a garantir uma política de juventude adequada à realidade de um dos concelhos mais jovens do país. As prementes necessidades de uma aposta estratégica e planeada em vários sectores das políticas de juventude no município poderão garantir que Odivelas deixa de ser uma terra para dormir e passa a ser uma terra onde todos queremos viver, estudar, trabalhar e gerar riqueza.

Os jovens odivelenses olham para esta candidatura como uma certeza de que o futuro é agora e que o Município passará a ter políticas que visem a aposta no desenvolvimento tecnológico, na atracção de investimento, na concretização de uma política de cidades inteligentes, no incentivo ao arrendamento jovem e no desenvolvimento do centro histórico, na concretização de um plano para o aumento das sinergias entre escolas, IPSS’s, Associações e Empresas, no fundo, coma  certeza de que vamos fazer o que ainda não foi feito. 

Após a formalização do que se esperava, a JSD de Odivelas declara apoio à candidatura do Dr. Fernando Seara pelo Partido Social Democrata à Câmara Municipal de Odivelas.

Seara, conta connosco, contamos contigo!

Esta é a tua juventude! A tua geração de confiança!


JSD Odivelas

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